Xamanismo

sábado, 4 de maio de 2013

Olá boa noite! continuo fazendo vários testes, para saber como eu posso efetivamente utilizar, da melhor forma possível esse espaço tão nobre. Vamos em frente.

sábado, 20 de abril de 2013

Olá, depois de tanto tempo, eis-me aqui, buscando reiniciar um projeto antigo. Na verdade, é bem simples. Dividir com vocês algumas boas notícias, sobre qualquer bom tema, inclusive pessoal, meu, seu, de pessoas públicas se for do bem. Olha só que boa notícia, um pouco de inovação, um pouco de vontade: Bagaço de cana gera luz para 100 mil casas no nordeste. Sobras dos bagaços de cana estão sendo utilizadas para levar eletricidade a regiões do norte de Alagoas. Cerca de 100 mil residências são beneficiadas. Antes considerados como um grave problema ambiental, os resíduos hoje são utilizados pela principal usina hidrelétrica da região. Localizada na cidade de São Luís do Quitunde, a indústria que transforma cana de açúcar em energia, investiu cerca de R$ 15 milhões para concretizar o projeto do novo método de geração. Hoje em dia, a comercialização da biomassa rende 5% dos lucros da empresa. No verão, quando os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas diminuem, os resíduos de cana dão conta de suprir a demanda de energia hidrelétrica das cidades de Matriz do Camaragibe e São Luís do Quitunde, onde está localizada a usina Santo Antônio, a maior da região, cujas máquinas também são movidas pela biomassa da cana. O desenvolvimento da nova fonte de geração limpa fez surgir um novo termo para este tipo de indústria, hoje nomeado como sucroenergético, já que a produção deixa de ser apenas sucroalcooleira, passando a incluir também a geração de energia verde em suas atividades. Em 2001, a usina Santo Antônio ainda tratava os restos de cana de açúcar como um tipo de resíduo indesejável, com potencial para causar danos ao meio ambiente, inclusive podendo contaminar o solo. Atualmente, com o avanço da tecnologia de geração de energia renovável, cem quilos do material são capazes de gerar 60 kW/h e custam R$ 50, valor 300% maior que o cobrado na década passada. Com informações do G1 e CiClo Vivo.

domingo, 4 de setembro de 2011

A carta abaixo, do cacique Seathl – Seattle – mostra que, embora a Ecologia seja uma ciência nova, o raciocínio ecológico não foi criado pelos homens de hoje. Eis um trecho, no qual revela suas crenças, tradições e o apego a terra onde viviam e que provia seu sustento: O grande chefe de Washington mandou dizer que quer comprar a nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também de sua amizade e de sua benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não precisa da nossa amizade. Vamos pensar em sua oferta. Se não pensarmos, o homem branco virá com armas e tomará nossa terra. O grande chefe em Washington pode acreditar no que chefe Seatlle diz, com a mesma certeza com que os nossos irmãos brancos podem confiar na mudança das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas, elas não empalidecem. Como podes comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia é estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do brilho da água. Como podes então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre coisas de nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias de areia, cada véu de neblina nas florestas escuras, cada clareira e todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na crença de meu povo. Sabemos que homem branco não compreende nosso modo de viver. Para ele, um pedaço de terra é igual a outro. Porque ele é um estranho que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã, é sua inimiga, e depois de a esgotar, ele vai embora. Deixa para trás a cova de seu pai, sem remorsos. Rouba a terra dos seus filhos. Nada respeita. Esquece o cemitério dos antepassados e o direito dos filhos. Sua ganância empobrece a terra e deixa atrás só desertos. Tuas cidades são um tormento para os olhos do homem vermelho. Talvez seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada compreende. Se eu decidir a aceitar, imporei uma condição. O homem branco deve tratar os animais como se fossem irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa ser certo de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias, abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso do que um bisão que nós, os índios, matamos apenas para sustentar a nossa própria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais desaparecessem, os homens morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo está relacionado entre si. Tudo quanto fere a terra fere também os filhos da terra.
Já tem muito tempo que não registro alguma letra, palavra, frase, texto. Também já faz tempo que sequer me lembro que blog a gente tem que visitar todo dia. É tempo pouco para o muito tempo que precisamos para publicar notícias. O tempo as vezes não ajuda para que se faça uma atualização diária. Vou visitar outros blogs e ver o que andam fazendo com o tempo. Vou arrumar um tempo para ver o que tá acontecendo. Tempo é tempo.

domingo, 20 de março de 2011




Dengue


Por Débora Spitzcovsky
Nada de inseticidas ou larvicidas! Os casos de dengue podem estar com os dias contados no Brasil, graças a um mosquito transgênico produzido em laboratório, que promete extinguir as fêmeas do Aedes aegypti - que são as transmissoras da doença, já que, ao contrário dos machos, as "mocinhas" se alimentam de sangue humano.
O mosquito transgênico, que ainda não tem nome, é criado com o material genético das drosófilas - aquelas pequenas "moscas de frutas", que têm o hábito de rodear alimentos doces - e é, exatamente, esse ingrediente que dá à espécie o poder de exterminar a dengue.
Como? Segundo os cientistas, a combinação dos genes das drosófilas com os do mosquito da dengue torna o inseto transgênico mais atraente sexualmente, aos olhos das fêmeas do Aedes aegypti, do que os machos da própria espécie. Logo, elas vão optar pelo mosquito "fake" na hora da cópola, que, graças ao seu material genético, só pode gerar filhotes machos. Conclusão: não nascerão mais fêmeas do Aedes aegypti e, com o tempo, a espécie entrará em extinção. Simples assim!
Para aqueles que estão questionando os riscos de se criar uma superpopulação de "mosquitos transgênicos machos" no país, os cientistas avisam: ainda no estágio larval, o material genético do inseto produzido em laboratório começa a gerar uma proteína que mata o animal, pouco a pouco, e o impede de chegar à fase adulta.
A nova técnica de combate à dengue foi estudada pela bióloga Margareth Capurro, da USP - Universidade de São Paulo, e aprovada pela CTNBio - Comissão Técnica Naciona de Biossegurança. Por enquanto, a cidade de Itaberaba, na Bahia - onde os casos de dengue são frequentes - está servindo de cobaia para a experiência: mais de 10 mil mosquitos transgênicos foram soltos no município e outros 50 mil estão em "fase de fabricação".
Segundo os envolvidos na ação, a eficácia da técnica só poderá ser comprovada em carca de 18 meses. Você bota fé no mosquito transgênico?
Eu boto fé!
Foto de Genilton José Vieira/Fiocruz

terça-feira, 15 de março de 2011

Hoje foi dia de Assembleia

O nome já diz tudo.
Um montão de proprietários (as) e a pauta começa.
Mas no meu prédio não é muito diferente dos demais.
O que muda são as opiniões. No final a votação e o resultado.
Hoje foi aprovado a projeto síndico mírim. A partir da idéia de uma moradora, que se dispôs a coordenar e acompanhar o desenvolvimento do projeto, foi observada uma solução para cuidar das crianças, dar-lhes a devida atenção e respeito.
Querem coisa melhor que isso?
Tenham uma boa noite e até amanhã.